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Diretoras ensinam como ser uma boa revendedora Mary Kay

Você já deve ter reparado em carros de luxo na cor rosa que andam circulando por aí. Alguns são frutos de prêmios que algumas diretoras da marca de cosméticos Mary Kay receberam por seu trabalho. Para chegarem lá, todas começam como revendedoras e foram sendo promovidas de forma automática, de acordo com suas vendas. Uma cartela de clientes vai sendo formada e o trabalho de vendas não acaba nem mesmo quando se tornam diretoras. Conversamos com algumas pessoas que trabalham para a marca norte-americana no Brasil e elas deram dicas de como ser uma boa revendedora Mary Kay.   

“Exercemos uma liderança pelo exemplo e não uma liderança mandatório, como geralmente acontece dentro de muitas corporações”, conta Cristina Doretto, atualmente uma das diretoras-executivas da marca no Brasil. Isso significa que ela, assim como todos os outros diretores, continuam vendendo, além de oferecerem treinamentos para quem está começando a trilhar este caminho.

“Agora mesmo acabei de fechar uma venda de um gel para celulite para uma nova cliente”, conta. Ex-bancária, Cristina já ganhou dois carros rosas e seis viagens internacionais como prêmios da Mary Kay.

Como ser uma revendedora Mary Kay de sucesso

Cristina Doretto

Cristina Doretto

Segundo Cristina, existe um sistema de CRM (abreviação de Customer Relationship Management ou gestão do relacionamento com o cliente na tradução para o português) interessante na Mary Kay. No caso de novos clientes, a primeira coisa a se fazer é pedir para que eles preencham um cadastro e, por meio dele, você poderá fazer o acompanhamento do uso. Depois de dois ou três dias da compra, a revendedora Mary Kay pergunta se a(o) cliente começou a usar o produto. Dali 15 ou 20 dias, ela deve entrar em contato novamente com ela(e) para saber se sentiu diferença na pele. E a cada três meses, em média, novidades são enviadas para todas(os) os clientes. “O treinamento de CRM tem sucesso. Costumo dizer que os produtos Mary Kay se vendem sozinhos, mas desde que a revendedora ofereça-os”, diz Cristina.

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Ângela Virgínia Soares

Ângela Virgínia Soares

Ângela Virgínia Soares, atualmente uma das diretoras de vendas da marca, diz que a Mary Kay oferece um plano de carreira, além de um modelo de negócio. “A consultora tem tudo nas mãos para crescer. Só depende dela. É um negócio como outro qualquer. A diferença é que o profissional tem muitos incentivos para crescer”, afirma. Ângela é bailarina de formação e proprietária de uma escola de dança. Depois de mais de 30 anos trabalhando nessa área, ela se encantou com os produtos e com o modelo de negócio da Mary Kay e resolveu se arriscar. Deu tão certo que já ganhou o seu segundo carro rosa.

Geralmente, as revendedoras — e futuras diretoras — já foram clientes antes e experimentaram muitos dos produtos. Ter o tino comercial, isto é, conhecer bem para falar bem sobre o que se vende também ajuda, mas não é necessariamente um pré-requisito.

“Eu sempre gostei desse mundo da beleza, mas não tinha nenhuma habilidade especial nele. As pessoas acham que, para trabalhar com isso, é preciso dominar tudo o que diz respeito à vaidade. Mas não é bem assim. É um sistema de aprendizado contínuo. Eu nunca tinha trabalhado antes em uma área comercial. Se eu consegui, todo mundo consegue”, afirma Cristina.

Atualmente, já são mais de 500 mil consultoras em todo o Brasil. Oito mil são diretoras, que estão em diversos níveis, e 105 são diretores nacionais. Não há nenhum preconceito contra homens e alguns deles já ocupam posições de liderança, inclusive.

E aí? Você também está pronta para brilhar?

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