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Quatro cases da NASA sobre gestão, comunicação e tomada de decisões

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A agência espacial americana NASA é reconhecida em todo o mundo como um exemplo de negócio de alta qualidade, no que diz respeito ao serviço que entregam e ao bem-estar dos funcionários. Órgão do governo federal dos Estados Unidos, ela oferece excelência na pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial. Recentemente, foram disponibilizados cases da NASA com milhares de documentos online, que incluem pesquisas sobre criação de aplicativos e engenharia aeroespacial, entre outras coisas.

O objetivo é compartilhar um pouco da experiência da agência que foi fundada em 1958 e ficou mundialmente conhecida com a missão do projeto Apollo, que enviou o homem pela primeira vez à Lua. Com esses cases da NASA públicos, qualquer um pode ter acesso e usá-los em workshops, treinamentos e conferências. Por meio desses cases, é possível aprender sobre como a agência superou obstáculos inesperados e se tornou referência global quando o assunto é a exploração do espaço.

Leia mais: A mulher que salvou a missão Apollo 11

“Um estudo de caso é melhor compreendido como uma narrativa, baseado em eventos atuais, que criam uma oportunidade para conversação, análise de problemas e tomada de decisão a respeito de um projeto ou questão particular”, diz o site da NASA. “Um case efetivo de estudo transfere conhecimento específico colocando o estudante ou participante do workshop na posição de pensar a respeito das escolhas apresentadas em situações reais. Confrontando cenários atuais, participantes desenvolvem e refinam habilidades analíticas para resolverem problemas similares em seus próprios projetos”, complementa.

O site Na Prática, da Fundação Estudar, selecionou cinco cases da NASA que daria para todos nós nos debruçarmos sobre eles e passar alguns dias estudando. Aqui, resumimos o que há de melhor nesse material:

Tomada de decisões e conflito de interesses

Há dezenas de departamentos e projetos conectados dentro da NASA. Há um case que detalha de que forma uma empresa terceirizada, interessada em buscar um novo contrato, pode atuar em duas ou mais áreas da agência espacial. A ideia é entender até que ponto isso pode ser interessante para ambos os lados ou se haverá conflito de interesses, no caso interno mesmo. A solução sempre é ler bastante, conversar com chefes, pares e subordinados para tentar entender qual é a melhor saída para que ninguém saia prejudicado. Uma gestão mais horizontal, ou seja, que ouve tanto os parceiros, quanto os funcionários, vai fazer toda a diferença na tomada de decisões e na dissolução de um possível conflito de interesses.

A última missão Columbia e gestão de processos

A missão do ônibus espacial Columbia, em janeiro de 2003, terminou em tragédia no mês seguinte. Ao tentar aterrissar a nave se desintegrou a apenas 16 minutos do solo sobre o estado americano do Texas. Isso acabou custando a vida de sete astronautas. Afinal, o que deu errado? Uma investigação extensa foi realizada na cadeia de comando da NASA para tentar entender onde ocorreram as falhas no processo que resultou em uma fatalidade. Não foi apenas uma, mas diversas as falhas apontadas como a causa do acidente. O case é um estudo aprofundado sobre como evitar e lidar com falhas inesperadas. Medidas preventivas em dobro devem ser sempre levadas em consideração.  

Comunicação eficaz e diversidade de opiniões

Uma comunicação clara e objetiva, que dá espaço para diversas opiniões de maneira igualitária, faz parte de toda empresa de sucesso. O canal de informações deve estar sempre aberto entre todos os integrantes da equipe para que, juntos, possam encontrar as melhores saídas para resolver problemas e apresentar novas ideias.

Escolha sua maior preocupação

Quando você se torna dono do próprio negócio (e também do tempo e do dinheiro), precisa aprender a definir suas prioridades, o que significa escolher sua maior preocupação. Em um case da NASA, há o relato sobre como um chefe resolveu um problema que surgiu duas semanas antes do lançamento de uma missão. Afinal, é melhor atrasar ou é possível consertar a tempo? Tudo deve ser colocado na balança e vence a opção que trouxer menos danos ao projeto como um todo. Use sempre o seu bom senso!

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